Curso
  • 1 - Curso preparatório de Economia (maiores de 23 anos) (2018 FNCG)
Público em geral
  • 260,00
pagamento em 2 vezes (130x2)
  • 130,00
Duração
  • 0h 00m
Horário
  • Pós-laboral
Forma de organização predominante
Objectivos Gerais:
  • O presente curso pretende que os alunos desenvolvam os seus conhecimentos na área da Economia, de modo que tenham competências para:
  • a) usar os conceitos económicos para compreender aspetos relevantes da organização económica das sociedades;
  • b) utilizar e descodificar corretamente a terminologia económica, muito utilizada atualmente, em especial nos meios de comunicação social; e
  • c) mobilizar os conceitos económicos fundamentais para interpretar a realidade económica portuguesa, no contexto atual da União Europeia (EU) e da União Económica e Monetária (UEM).
  • O estudo da Economia permite um melhor conhecimento e compreensão das sociedades contemporâneas, cada vez mais globais e em mudança acelerada, pelo que contribui para a formação dos cidadãos, educando para a cidadania, para a mudança e para o desenvolvimento.

Objectivos Específicos:
  • Em articulação com os objetivos gerais enunciados anteriormente, pretende-se que sejam atingidos os objetivos específicos a seguir descriminados:
  • 1. Contextualizar a Ciência Económica no conjunto das ciências sociais e delimitar o seu objeto de estudo. Compreender que os agentes económicos (Famílias, Estado, Empresas e Resto do Mundo) resultam do agrupamento dos vários intervenientes na atividade económica de acordo com as respetivas funções económicas (produção, repartição dos rendimentos e utilização dos rendimentos). Compreender as soluções para os problemas económicos: tradição, governo e mercado.
  • 2. Perceber o problema fundamental da Economia: necessidades ilimitadas e recursos escassos e, logo, a necessidade de fazer escolhas. Explicar a utilização do rendimento pelos agentes económicos: consumo e poupança. Os agentes económicos utilizam grande parte do seu rendimento no consumo. O fenómeno do consumo deve ser analisado na sua dimensão económica, mas também social, dado que as escolhas dos consumidores podem ter, por exemplo, consequências a nível ambiental. O rendimento que não é consumido, é poupado. A poupança pode ter vários destinos, mas interessa sobretudo estudar quando é aplicada em investimento pela sua importância para a atividade económica.
  • Analisar a produção, o processo produtivo e os fatores de produção. Compreender
  • a formação dos preços dos bens e serviços, nomeadamente o mecanismo do mercado. Como os preços são expressos numa determinada unidade monetária, é importante o estudo da moeda, das suas funções e da sua evolução ao longo do tempo. Dada a sua importância nas sociedades atuais, a inflação também é objeto de estudo. Analisar a formação e a repartição dos rendimentos e constatar, através de análise de informação estatística, a persistência da desigualdade na repartição dos rendimentos.
  • 3. Compreender o funcionamento global de uma economia e a sua representação através de um circuito económico e reconhecer a necessidade de equilíbrio entre recursos e empregos numa dada economia. Apreender o objetivo e a importância da Contabilidade Nacional que quantifica as relações que se estabelecem entre os agentes económicos, nomeadamente entre a Nação e o Resto do Mundo. A Contabilidade Nacional permite registar os valores agregados de operações idênticas, ocorridas durante um certo período de tempo (geralmente um ano) e evidencia a igualdade entre três variáveis macroeconómicas básicas: produto, rendimento e despesa.
  • 4. Compreender a contabilização das relações económicas entre os países (trocas de bens e serviços e de capitais) nas respetivas balanças e perceber a importância deste registo enquanto instrumento para avaliar a situação económica de um dado país. Compreender a importância do Estado nas sociedades atuais. O Estado para além de garantir a ordem, a justiça e a defesa dos cidadãos, desempenha 3 funções económicas: produção de bens e serviços essenciais, redistribuição dos rendimentos e estabilização económica (influenciando a inflação, o desemprego, o investimento, entre outras variáveis). Perceber a UE, da qual Portugal faz parte desde 1986, como um espaço de integração económica e as respetivas implicações para Portugal enquanto estado-membro.

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